Você foi a minha vida inspiração
Foi meu verso e foi minha canção
Eu amava você
Você foi meu pensamento imaginação
Foi o meu fazer e foi a minha ação
Eu amava você
Você foi tudo, o que eu sempre quis
foi o meu mundo, foi o que me fez feliz
Eu perdi você, vai demorar, mas eu me acho
Ficou a dor de um coração em pedaço
Você foi minha caminhada meu andar
Foi a rota que eu um dia quis trilhar
Eu amava você
Você foi o que eu respiro foi meu ar
O oceano que eu queria navegar
Eu amava você
Você foi tudo, o que eu sempre quis
foi o meu mundo, foi o que me fez feliz
Eu perdi você, vai demorar, mas eu me acho
Ficou a dor de um coração em pedaço
Você foi a luz agora é escuridão
Achei que fosse meu amor minha paixão
Eu amava você
Você foi o que fez essa canção rimar
Mas o que eu quero mesmo é nem lembrar
Eu amava você
Você foi tudo, o que eu sempre quis
foi o meu mundo, foi o que me fez feliz
Eu perdi você, vai demorar, mas eu me acho
Ficou a dor de um coração em pedaço
Sobre o poema: Essa é a versão definitiva da música que eu tinha feito Eu Amo Você ( http://www.youtube.com/watch?v=a8MPDlqLKcg ). Como o sentimento mudou, nada mais justo que a música mudasse também.
quinta-feira, 13 de junho de 2013
sexta-feira, 7 de junho de 2013
O Pior Já Passou
Muito tempo longe passou
Achei que me amava, só me enrolou
E eu te esperando, pra ser minha amada e querida.
Não foi bom enquanto durou
Pior ainda depois que acabou
Mas, o tempo vai curar minhas lástimas e feridas.
Não guardo mágoas, o coração perdoou
Eu sei que o pior já passou
Agora é seguir e reconstruir a minha vida
Sobre o poema: Esse poema foi escrito em 07/06/13 após eu começar a ganhar forças, de um término de relacionamento de 8 anos, do qual 4 foram a distância. E nessa distância eu aguardava, e ela me enganava. Mas, o tempo tem me fortalecido cada vez mais e mais.
Achei que me amava, só me enrolou
E eu te esperando, pra ser minha amada e querida.
Não foi bom enquanto durou
Pior ainda depois que acabou
Mas, o tempo vai curar minhas lástimas e feridas.
Não guardo mágoas, o coração perdoou
Eu sei que o pior já passou
Agora é seguir e reconstruir a minha vida
Sobre o poema: Esse poema foi escrito em 07/06/13 após eu começar a ganhar forças, de um término de relacionamento de 8 anos, do qual 4 foram a distância. E nessa distância eu aguardava, e ela me enganava. Mas, o tempo tem me fortalecido cada vez mais e mais.
sábado, 11 de maio de 2013
De Que Adianta...
De que adianta lindos olhos azuis
Se eles escondem uma mentira
De que adianta uma boca carnuda
Se ela não pronuncia a verdade
De que adianta uma mão suave e delicada
Se ela só tem atitudes ásperas
De que adianta um lindo busto
Se não guarda um coração honesto
De que adiante ser uma mulher linda
Se sua alma vive no pecado
Sobre o poema: Esse poema foi escrito em 11/05/13
como forma de consolar meu coração, por descobrir
que o maior a amor da minha vida, era na verdade a
maior decepção da minha vida.
Se eles escondem uma mentira
De que adianta uma boca carnuda
Se ela não pronuncia a verdade
De que adianta uma mão suave e delicada
Se ela só tem atitudes ásperas
De que adianta um lindo busto
Se não guarda um coração honesto
De que adiante ser uma mulher linda
Se sua alma vive no pecado
Sobre o poema: Esse poema foi escrito em 11/05/13
como forma de consolar meu coração, por descobrir
que o maior a amor da minha vida, era na verdade a
maior decepção da minha vida.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Nesse imenso cenário de tolos Não quero ser platéia, mas ser palco
No circo da vida não sou o palhaço
O principal dessa louca tragédia
Invejo-o com os seus nervos de aço
Seus malabáres e suas estratégias
E eu não quero mais nenhum consolo
E nem perfumar-me com o seu talco
Nesse imenso cenário de tolos
Não quero ser platéia, mas ser palco
To querendo subir no picadeiro
Não vou tremer na corda-bamba da vida
Irei mostrar para o mundo inteiro
Que não temerei na longa subida
Mas, se eu tropeçar e cair no solo
Não vou embreagar-me com seu álcool
Nesse imenso cenário de tolos
Não quero ser platéia, mas ser palco
E quando enterrarem minha lona
Será que sentirão falta do meu ato?
Enterrem num deserto em qualquer zona
Coloquem muita areia e asfalto
Se das coisas boas eu fizer rolos
Não irão colocar-me lá no alto
Nesse imenso cenário de tolos
Não quero ser platéia, mas ser palco
Sobre o poema: Esse poema foi escrito em 2004 quando eu era terceiro ano, escrevi porque esse foi um ano que eu me exclui do mundo, sei la...eu tava fechado pra balanço...passando por problemas emotivos...
O principal dessa louca tragédia
Invejo-o com os seus nervos de aço
Seus malabáres e suas estratégias
E eu não quero mais nenhum consolo
E nem perfumar-me com o seu talco
Nesse imenso cenário de tolos
Não quero ser platéia, mas ser palco
To querendo subir no picadeiro
Não vou tremer na corda-bamba da vida
Irei mostrar para o mundo inteiro
Que não temerei na longa subida
Mas, se eu tropeçar e cair no solo
Não vou embreagar-me com seu álcool
Nesse imenso cenário de tolos
Não quero ser platéia, mas ser palco
E quando enterrarem minha lona
Será que sentirão falta do meu ato?
Enterrem num deserto em qualquer zona
Coloquem muita areia e asfalto
Se das coisas boas eu fizer rolos
Não irão colocar-me lá no alto
Nesse imenso cenário de tolos
Não quero ser platéia, mas ser palco
Sobre o poema: Esse poema foi escrito em 2004 quando eu era terceiro ano, escrevi porque esse foi um ano que eu me exclui do mundo, sei la...eu tava fechado pra balanço...passando por problemas emotivos...
Lição para vida inteira
Vale mais que mil palavras o desenho
Que sem tinta coloria e dava engenho
Para um cenário repleto de magia
Colorido entre a maestria e a poesia
Em um mundo coberto de fantasia
Um aluno chorava e outro ria
Com todas as fantásticas histórias
Que muitas ainda guardo na memória
Aprendi que o eco é mais forte que o tom
Que a caneta é mais forte que a espada
E a conviver com as pessoas amadas
Aprendi que há elos mais fortes que castelos
Que um tijolo faz falta na muralha
E que no peito tem as guerras mais acirradas
Sobre o poema: Escrevi esse poema em 2005 após passar no vestibular, e ele foi escrito para o meu professor de historia Manoel Afonso.
Que sem tinta coloria e dava engenho
Para um cenário repleto de magia
Colorido entre a maestria e a poesia
Em um mundo coberto de fantasia
Um aluno chorava e outro ria
Com todas as fantásticas histórias
Que muitas ainda guardo na memória
Aprendi que o eco é mais forte que o tom
Que a caneta é mais forte que a espada
E a conviver com as pessoas amadas
Aprendi que há elos mais fortes que castelos
Que um tijolo faz falta na muralha
E que no peito tem as guerras mais acirradas
Sobre o poema: Escrevi esse poema em 2005 após passar no vestibular, e ele foi escrito para o meu professor de historia Manoel Afonso.
Saudade Não é Passageira
Aparece assim de repente
Entra sem pedir permissão
Trás uma tristeza iminente
As lágrimas caem no chão
Meche profundo comigo
Detona qualquer emoção
Saudade não é passageira
Se alastra no meu coração
Vem como uma mercenária
Querendo a sua comissão
O luto é sua diária
Sua moeda em emissão
Deixa-me sem um abrigo
Sem numa proteção
Saudade não é passageira
Se alastra no meu coração
Sobre o Poema: Esse poema foi escrito em 2006, quando Rosa que trabalhava aqui em casa faleceu, eu fiquei muito triste e com saudades, depois musiquei o poema no estilo de uma mpb.
Entra sem pedir permissão
Trás uma tristeza iminente
As lágrimas caem no chão
Meche profundo comigo
Detona qualquer emoção
Saudade não é passageira
Se alastra no meu coração
Vem como uma mercenária
Querendo a sua comissão
O luto é sua diária
Sua moeda em emissão
Deixa-me sem um abrigo
Sem numa proteção
Saudade não é passageira
Se alastra no meu coração
Sobre o Poema: Esse poema foi escrito em 2006, quando Rosa que trabalhava aqui em casa faleceu, eu fiquei muito triste e com saudades, depois musiquei o poema no estilo de uma mpb.
Quebra-Cabeça
Sou uma máquina abalável,
Tenho consciência e atitudes.
Sou um ser vivo inigualável,
Por causa das minhas virtudes.
Sinto como se eu tivesse
O quebra-cabeça do mundo;
E quando montado ele me desse
As respostas da vida e de tudo.
Acalmo o asco artificial
Com a ciência da conspiração,
Fazendo facínoras de fac-símile.
Como corpos cujas carnes cuspo;
Vivo vendo aonde o vento vai;
Sou Selvagem,Sórdido e Súbito.
Sobre o poema: Escrevi esse poema porque eu acho que dentro de nós humanos temos a resposta do universo como fosse um quebra cabeça, mas mesmo assim não deixamos de ser animais. Poema escrito em 2003 no segundo ano.
Tenho consciência e atitudes.
Sou um ser vivo inigualável,
Por causa das minhas virtudes.
Sinto como se eu tivesse
O quebra-cabeça do mundo;
E quando montado ele me desse
As respostas da vida e de tudo.
Acalmo o asco artificial
Com a ciência da conspiração,
Fazendo facínoras de fac-símile.
Como corpos cujas carnes cuspo;
Vivo vendo aonde o vento vai;
Sou Selvagem,Sórdido e Súbito.
Sobre o poema: Escrevi esse poema porque eu acho que dentro de nós humanos temos a resposta do universo como fosse um quebra cabeça, mas mesmo assim não deixamos de ser animais. Poema escrito em 2003 no segundo ano.
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